A V.tal entrega mais de 1 milhão de comunicados internos por ano com a PowerComm

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Comunicados por ano

A V.tal, empresa do grupo BTG, possui uma área de comunicação interna que atende as empresas V.tal, V.new e Tecto. Amadurecer os processos da área era um dos principais focos da empresa, e a comunicação interna já vinha nessa direção. Mas, uma das principais partes da operação seguia funcionando de um jeito mais manual: os comunicados internos.

O que mudou

  • O disparo saiu do processo manual e passou a ser programado com antecedência, em dois canais.
  • Cada comunicado passou a ter métrica de visualização e de clique, por canal e por campanha.
  • O Teams entrou como canal formal de comunicação interna, com mais de 90% de visualização.
  • O relatório mensal da área saiu de uma montagem manual para meia hora de trabalho.
  • A área ganhou argumento com dado para decidir o que comunicar, por onde e com que frequência.

A PowerComm é um copiloto da comunicação interna aqui. Por lá a gente constrói o comunicado, programa, dispara pra base inteira em minutos, manda enquete... dá uma agilidade enorme no nosso dia.

Guilherme Roque, especialista de comunicação interna na V.tal

O desafio que a V.tal tinha

A área de comunicação interna da V.tal vinha se modernizando havia algum tempo. O atendimento aos clientes internos saiu do e-mail, a área escreveu políticas próprias, criou um fluxo de entrada de demandas. Mas uma das principais partes da operação seguia funcionando de um jeito mais manual: os comunicados internos. O time era refém de uma rotina manual, sem nenhuma ferramenta dedicada. Todo comunicado saía pelo Outlook, montado à mão.

  1. Cada envio começava do zero

    Era construir manualmente cada comunicado, e o Outlook não aceitava disparo em massa. E ainda acontecia de o comunicado chegar desconfigurado na caixa das pessoas.

  2. Não havia métrica nenhuma

    O time sabia quantas pessoas estavam na lista, e era isso. Não dava para saber quem abriu, quem clicou, qual tema puxava atenção. Sem esse dado, a área não tinha como otimizar o próprio trabalho, nem como discutir com as outras áreas o que valia a pena comunicar e por qual canal.

  3. Não dava para organizar o trabalho

    Sem agendamento, o comunicado só podia ser montado na hora do envio. A semana era sempre reativa.

Um exemplo prático disso foi quando, no passado, a V.tal precisou comunicar um regulamento específico de uma região, e a leitura precisava ser comprovada para o jurídico. O time pediu confirmação de leitura pelo Outlook e passou a coletar cada resposta à mão, uma por uma, montando a evidência manualmente.

Esse operacional foi muito pesado na época. Se fosse pela PowerComm, era só extrair os dados e ver quem abriu.

Guilherme Roque, especialista de comunicação interna na V.tal

Como a V.tal usa a PowerComm

01. Ativar o Teams como canal formal de comunicação interna

Um comunicado em resina amarela ao lado de quem o envia, com linhas de alcance abrindo até uma multidão desenhada a traço.

Antes da PowerComm, o e-mail era o único veículo. Hoje o Teams é o canal de maior visualização da empresa, com mais de 90%, acima do que a V.tal via como referência de mercado para e-mail.

A adoção do novo canal foi natural, e essa é boa parte do motivo de ter funcionado. O Teams já era o hub de trabalho da empresa, então não foi necessário ensinar ninguém a usar: o comunicado passou a chegar no mesmo lugar onde a pessoa já conversa com o time no dia a dia. E há um detalhe prático que impacta no alcance: muita gente não instala o Outlook no celular, mas instala o Teams.

Com os dois canais rodando, a área escreveu uma régua própria de qual conteúdo vai por onde. Campanha e aviso que perde a validade rápido vão pelo Teams. Processo, sistema e mudança de norma vão por e-mail, que é onde as pessoas procuram quando precisam achar aquilo de novo.

Vai ter uma manutenção no prédio nos dias 20 e 21. Pra que mandar isso por e-mail? Daqui a um ano ninguém vai pesquisar um assunto desse. Manda pelo Teams. Agora, um tutorial de como acessar a intranet, pode ser que daqui a um mês a pessoa precise rever. Aí vai por e-mail.

Guilherme Roque, especialista de comunicação interna na V.tal

O canal também abriu espaço para um tipo de comunicação que o e-mail limitava. O vídeo roda dentro da própria peça, sem botão de “assista aqui”, então a chance de a pessoa consumir é maior mesmo fora do escritório.

02. Segmentar sem depender de ninguém para isso

Numa multidão desenhada a traço, um grupo pequeno aparece em resina amarela dentro de uma moldura de seleção.

A V.tal tem escritórios em cidades diferentes, operação internacional e públicos distintos dentro do grupo. Muitos comunicados não precisam ir para todos. A segmentação roda pelos campos que a integração da PowerComm com a Microsoft traz automaticamente: cidade, escritório, cargo, área.

Na mudança de prédio em São Paulo, por exemplo, a comunicação foi só para quem está no prédio, com os BPs e gestores incluídos, sem tocar na grade da companhia inteira. Quando é uma questão só do Rio de Janeiro, sai só para a base do Rio, e o time tem a evidência de que apenas aquele público recebeu.

Depois do início do uso da plataforma, o time cita dois pontos como os mais impactantes no dia a dia. O primeiro é que a lista se mantém atualizada sozinha — a integração roda automaticamente e já atualiza as bases. O segundo é a autonomia: como a integração com o ambiente Microsoft é fluida, o time de comunicação sobe base sozinho, sem abrir chamado para a TI a cada campanha.

Eu já trabalhei em empresa que usava Microsoft mas tinha outra ferramenta de comunicação. A integração não era tão boa, dava bug na segmentação, a gente vivia dependendo da TI.

Guilherme Roque, especialista de comunicação interna na V.tal

03. Montar um comunicado que as pessoas querem abrir

À esquerda, blocos de conteúdo vazios desenhados a traço: imagem, texto, botão e vídeo. À direita, o comunicado montado em resina amarela, com um bloco de botão sendo encaixado numa área tracejada.

O construtor visual da PowerComm facilitou a criação das peças. O time monta em blocos, usando modelos já existentes, e faz testes de disparo antes de enviar. Isso liberou espaço para pensar no conteúdo.

O bolão da Copa do Mundo é um exemplo claro. A V.tal montou um bolão interno em que os colaboradores davam palpite nos jogos, com os acertos valendo prêmio. A campanha inteira rodou pelo Teams, sem nenhum apoio de e-mail, e a captação dos palpites saiu por formulário linkado na peça.

A retrospectiva da liderança transformou um comunicado de leitura em conteúdo: em vez de listar os aprovados do ano, o time montou uma retrospectiva no formato que todo mundo já conhece do Spotify, com o designer construindo o visual em cima disso.

O time também usa GIF nas peças, sempre com alguma referência do momento. Um de Outubro Rosa com uma personagem de novela em alta. Outro com o portão do ENEM se fechando, num comunicado sobre não deixar a inscrição para a última hora. É um recurso simples, e faz a peça parecer uma conversa em vez de um aviso.

Comunicado de Outubro Rosa da V.tal, com a arte da campanha no meio do texto.

De conversa de corredor com colegas, as pessoas falam: nossa, a comunicação melhorou, a linguagem, a quantidade...

Lucas Perfeito, analista de comunicação interna na V.tal

04. Organizar o histórico para conversar com as outras áreas

Etiquetas em resina amarela — desempenho, outubro rosa, v.news — ligadas por linha pontilhada a um comunicado desenhado a traço, que já traz as etiquetas cultura e 2026 no pé.

O time criou um padrão de organização dentro da ferramenta, e é ele que faz o diálogo com as áreas adjacentes ser rápido. Todo comunicado sai com tag: área, campanha e ano. Quando uma área pergunta quantos comunicados saíram sobre um tema, ou qual foi a taxa, a informação já está organizada e agrupada.

Eu quero fazer uma campanha sobre cultura. Coloco lá a tag “cultura” em tudo que eu fizer com aquela tag, depois eu já puxo o relatório daquilo. É coisa de um minuto.

Guilherme Roque, especialista de comunicação interna na V.tal

Isso vale principalmente para campanha que se espalha no tempo. A de avaliação de desempenho, por exemplo, teve peças em 2025 e voltou no meio do ano seguinte com um checkpoint. A tag mantém tudo agrupado como uma coisa só, mesmo com meses entre um comunicado e outro. As tags também são anuais por decisão do time: a do Arraial Junino de 2026 vale até o fim do ano, e no ano seguinte nasce uma nova.

O time trata a manutenção da ferramenta como parte do processo. Base pontual que já foi usada, imagem que não vai mais servir, rascunho que a área desistiu: tudo é apagado. O resultado é que o painel reflete a realidade — tudo que está agendado vai sair de fato, e a semana inteira já está programada com dias de antecedência.

05. Fazer relatórios mensais

Quatro comunicados desenhados a traço, cada um sobre uma barra de resina amarela de altura diferente, comparando desempenho entre eles.

O dado sai da PowerComm já pronto, filtrado por período, tag ou remetente.

Antigamente eu tinha que fazer mil apresentações. Hoje eu compilo o resultado da área toda em uns 30 minutos, uma vez por mês.

Guilherme Roque, especialista de comunicação interna na V.tal

E o dado mudou a conversa com o resto da empresa. A área de comunicação passou a levar para cada demandante o que aconteceu com o comunicado dele, e a discutir escolha de canal e frequência com evidência.

Hoje em dia é fácil defender as coisas quando você tem argumento. E a gente tem muitos argumentos. A área de comunicação é muito visada justamente porque normalmente não tem isso. Quantos cliques, quantas pessoas visualizaram o e-mail que você enviou pelo Outlook? A gente ficava refém.

Lucas Perfeito, analista de comunicação interna na V.tal

06. Disparar pesquisa junto com o comunicado

Um comunicado desenhado a traço com uma enquete em resina amarela dentro dele, e linhas saindo da enquete até uma dispersão de respostas, também em resina.

A enquete dentro do comunicado facilitou que o time rodasse pesquisa de aprendizado depois de cada ação. Depois de uma campanha junina, por exemplo, o time montou uma pesquisa de cinco perguntas, com as premissas que a área definiu: engajamento, comunicação visual, pertencimento. Em cinco minutos já havia dezenas de respostas.

Tela da enquete da campanha junina na PowerComm, com a pré-visualização da peça e as perguntas ao lado.

Com as pesquisas a gente já consegue ver o nível de NPS, então tem um dado rápido de como foi. E tem a possibilidade do campo aberto: os colaboradores ficam livres para expressar a opinião, se gostaram ou não de alguma ação.

Lucas Perfeito, analista de comunicação interna na V.tal

O time consolida os três principais pontos positivos e os três pontos de melhoria de cada ação, registra como lições aprendidas, e usa isso como de-para para a edição do ano seguinte.

07. Rodar a V.News, a newsletter interna da V.tal

Uma edição de newsletter desenhada a traço, com quatro chamadas e um botão em resina amarela em cada — o da segunda maior e aceso — e linhas saindo dela até um público desenhado a traço.

A V.News é o exemplo mais completo do que o time construiu utilizando a ferramenta. É um produto editorial de verdade, com decisão de pauta, ritual e mensuração.

Muitas empresas trabalham a newsletter como resumo do que rolou na semana. A V.News não: ela é conteúdo inédito no começo da semana. A chamada dela é “V.News, começa sua semana por aqui”.

Lucas Perfeito, analista de comunicação interna na V.tal

Eles definiram que cada edição teria no máximo quatro temas. Se aparece um quinto, reprioriza: alguma coisa sai. Definiram também um horário fixo, toda segunda às 9h, e o agendamento de comunicados da PowerComm torna esse ritual mais viável no dia a dia, com a edição programada desde a semana anterior. Sempre programam também um lembrete da news que sai na quarta-feira.

Cada um dos quatro temas tem um botão com link próprio. Como a PowerComm rastreia o clique em cada link, o time enxerga qual conteúdo o público quis consumir: a conversa com o CEO, a pesquisa de clima, o evento da semana. E toda edição leva um formulário curto de “achou relevante?”, com campo aberto, montado na própria ferramenta. O que chega ali volta como pauta.

Uma edição da V.News, com o cabeçalho da newsletter e os temas em cartões, cada um com botão próprio.

As áreas me procuram pra trazer os conteúdos delas pra dentro da V.News, porque ela está ganhando visibilidade. É uma newsletter que traz produto, traz campanha, bota pessoas em evidência.

Lucas Perfeito, analista de comunicação interna na V.tal

O impacto

A comunicação interna da V.tal hoje roda mais de 500 comunicados por semestre nos dois canais, com um time enxuto e sem agência.

  • Maior alcance, agora em dois canais

    Mais de 90% de visualização no Teams e em torno de 75% no e-mail, acima do que a área via como referência de mercado.

  • Otimização do tempo

    De cerca de 40 minutos para programar um e-mail a algo feito em poucos cliques.

  • Facilidade na hora de criar relatórios

    De uma montagem manual de apresentações a meia hora por mês, e com muito mais informação: visualização, clique e comparativo por canal, campanha, remetente e período.

  • Consistência mesmo nas semanas mais cheias

    Numa semana que juntou Copa, pesquisa de clima, festa junina e demandas de área, o time rodou perto de 20 comunicados agendados mantendo a rotina de sempre.

  • Organização dos processos internos

    Criar modelos com a identidade visual da empresa e programar os comunicados das semanas seguintes fez a rotina da área deixar de ser reativa.

Todo ano, quando vamos discutir o orçamento, a PowerComm é uma coisa que a gente não abre mão, porque nos ajuda muito.

Lucas Perfeito, analista de comunicação interna na V.tal

A adoção da ferramenta também foi rápida: o time começou a operar de forma fluida em poucos dias.

É igual à intranet. Se você usa a intranet do SharePoint, não vai precisar de treinamento. É a mesma lógica de bloco e coluna.

Guilherme Roque, especialista de comunicação interna na V.tal